A Polícia Federal realizou uma operação que teve como alvo o banco Digimais e solicitou à Justiça o bloqueio de aproximadamente R$ 670 milhões em bens e valores de investigados, entre eles o empresário e líder religioso Edir Macedo. A investigação apura suspeitas de fraudes milionárias envolvendo fundos de investimento e possíveis irregularidades no sistema financeiro.
De acordo com a PF, os recursos do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) teriam sido utilizados de forma indevida em operações consideradas suspeitas. Em nota, a corporação afirmou que mecanismos destinados à proteção do sistema financeiro estariam sendo usados como “subterfúgio para crimes”.
As apurações também indicam que o banco Master teria servido como referência para a estrutura operacional adotada pelo Digimais em determinadas transações sob investigação. Os detalhes sobre a suposta relação entre as instituições seguem sob análise das autoridades.
Até o momento, os investigados não haviam se manifestado publicamente sobre as acusações. O jornal Estadão informou que busca contato com as defesas dos envolvidos para obter posicionamentos sobre o caso.
A investigação continua em andamento e corre sob sigilo em alguns de seus desdobramentos.








